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Denúncia revela paradeiro de primos envolvidos em racha que matou garçonete na BR-277: “Vivendo a vida normal”

Cinco meses após o racha que terminou na morte da garçonete Gabriele Muniz, na BR-277, em Curitiba, uma nova denúncia apontou que os primos Wesley Salles

Fonte: Banda B · 26 de setembro de 2026 06:35 · 4 min de leitura

Cinco meses após o racha que terminou na morte da garçonete Gabriele Muniz, na BR-277, em Curitiba, uma nova denúncia apontou que os primos Wesley Salles da Silva e João Vitor Silva, considerados suspeitos, continuam circulando pela região.

Segundo uma informante ouvida pela Ric RECORD, os dois estariam vivendo normalmente e se escondendo em locais ligados à família. A denúncia levou a reportagem, acompanhada por policiais, até um possível esconderijo de Wesley, na Região Metropolitana de Curitiba.

A Polícia Civil chegou a entrar em uma residência indicada como possível endereço do foragido, mas ele não foi localizado. Conforme a informação recebida, o homem estaria usando diferentes locais para se esconder e teria sido visto próximo à casa da avó.

Primos são procurados há cinco meses

A vítima, Gabriele Muniz voltava do trabalho quando foi atingida durante o acidente na BR-277. Segundo a reportagem, Wesley e João Vitor haviam retornado do litoral do Paraná e, depois de uma festa, pararam para comprar um Fiat Stilo.

Na volta para Curitiba, os dois teriam passado a testar a potência do veículo em alta velocidade. Um laudo citado na reportagem apontou velocidade incompatível com as condições da rodovia.

Imagens de câmeras de segurança registraram parte da sequência. O Fiat Stilo quase atingiu outro veículo e fez uma manobra brusca para desviar. Pouco depois, ocorreu a colisão que atingiu Gabriele, que estava em uma motocicleta. A jovem não resistiu aos ferimentos.

Ainda segundo a reportagem, havia cerveja em um dos veículos envolvidos e, depois do acidente, os ocupantes deixaram o local a pé.

Uma testemunha relatou ter visto três homens descendo dos veículos. Eles teriam seguido em direção à região da rodoviária, andando rapidamente e falando ao telefone, sem aparentar estar correndo.

Denúncia aponta que primos continuam na região

Depois de cinco meses sem serem encontrados, uma nova informação chegou à reportagem sobre o paradeiro dos primos. Segundo a informante, eles estariam circulando pela cidade, como se nada tivesse acontecido.

“Ele está sempre na frente da casa da avó deles, vivendo a vida normal dele”

afirmou a mulher.

A denunciante também relatou que um dos procurados entraria em um estabelecimento pertencente à família, que atualmente estaria fechado, e que ele poderia se esconder no forro do imóvel. A informação motivou uma ação para tentar localizar Wesley.

Polícia foi até possível esconderijo

A reportagem acompanhou policiais civis até um endereço na Região Metropolitana de Curitiba apontado como possível esconderijo de Wesley. Os agentes chegaram ao local e receberam autorização dos moradores para entrar na residência. A casa seria de familiares do procurado.

Durante as buscas, os policiais verificaram o imóvel à procura do suspeito, mas Wesley não estava no endereço.

Segundo as informações repassadas à equipe, o local seria um dos endereços relacionados ao suspeito, mas não foi possível confirmar que ele estivesse escondido na residência no momento da operação.

Garçonete voltava para casa quando morreu

Gabriele Muniz voltava do trabalho quando acabou atingida pelo veículo durante o acidente na BR-277. O Fiat Stilo recém comprado teria passado pelo canteiro que divide as pistas e atingido a motocicleta onde estava a jovem.

A investigação apura as circunstâncias do racha e a responsabilidade dos envolvidos. Wesley Salles da Silva e João Vitor Silva seguem sendo procurados pelas autoridades.

Fonte: Banda B — ler a matéria completa no site de origem.

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