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TRE-PR determina manutenção da candidatura ao Senado de Deltan Dallagnol

Placar de 4 a 3 garante a Deltan Dallagnol o direito de disputar a vaga no Senado

Fonte: O GLOBO · 9 de setembro de 2026 06:21 · 2 min de leitura

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) decidiu na noite desta terça-feira pelo deferimento do registro de candidatura ao Senado do ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo-PR). O placar foi de 4 à 3. Conhecido por ter atuado como procurador da Lava-Jato, ele teve o mandato cassado na Camara em 2023, acusado ter pedido exoneração do Ministério Público Federal em 2021 para evitar punições oriundas procedimentos disciplinares contra ele.

Antes do registro de candidatura, Deltan também pediu a Justiça Eleitoral uma análise antecipada sobre a sua situação de elegibilidade na eleição deste ano, como informou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. A defesa de Deltan tem argumentado que, ao cassar seu mandato como deputado em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não declarou expressamente sua inelegibilidade para eleições futuras e tampouco fixou um período de oito anos de suspensão de seus direitos políticos.

O argumento foi acolhido no mes passado pelo Ministério Público Eleitoral, que deu um parecer favorável a candidatura dele, argumentando que a situação jurídica dele difere da analisada anteriormente pelo TSE. Como mostrou o GLOBO, parte dos procedimentos foram arquivados posteriormente por razões como prescrição ou improcedência, enquanto os demais foram encerrados antes de qualquer risco de demissão.

Em nota, Deltan afirmou que nesta terça-feira “prevaleceram a lei, a Justiça e a vontade do Paraná de decidir seu próprio futuro”.

Leia a íntegra da nota de Deltan:

“Para desespero de Gleisi Hoffmann, a Justiça venceu no Paraná.
Minha candidatura está confirmada. O eleitor paranaense poderá escolher livremente quem quer como seu representante e, nas urnas, vamos aposentar Gleisi da política.
A decisão do TRE mostra mais uma vez que no Paraná a técnica vence, a lei vence! Mostra o tamanho da injustiça cometida contra mim em 2023.
Hoje, prevaleceram a lei, a Justiça e a vontade do Paraná de decidir seu próprio futuro.
O Paraná não se dobra.”

Fonte: O GLOBO — ler a matéria completa no site de origem.

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